Considerado um conjunto de práticas que possibilitam as mudanças das tecnologias analógicas para as digitais, a Revolução Digital teve como marco inicial na década de 1980 e isso aconteceu muito antes da popularização da internet (que foi nos anos de 1995). Essa data enfatizou o início da Era da Informação e, mencionamos a internet por um motivo simples: desde o começo o impacto no mundo digital foi medido por ela. A partir desses fatos citados, o uso do computador também se tornou cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, principalmente nos países do primeiro mundo, em que as “máquinas invadiram” os escritórios e mudaram a rotina do universo corporativo. Após essas transformações, em meados de 1990, houve uma nova virada de chave, ou seja, a invenção dos aparelhos de celulares e, desde então, essa revolução nunca mais parou.

Já faz aproximadamente cem anos que tudo isso começou e, desde então, transformou muitas empresas privadas e, recentemente, a Revolução Digital vem ganhando espaço na Gestão Pública. É importante levar em consideração que essa revolução de forma geral impacta muitas coisas, entre elas as repartições públicas. Mas aí entra a questão: qual o motivo deste impacto? Temos que analisar o todo, como a cultura de cada cidade, até porque, isso diz muito respeito de como é conduzido alguns processos.

Porém, quando um órgão decide adotar medidas que envolvem o uso da tecnologia, o resultado é ótimo, pois facilita a comunicação e o desempenho entre o órgão e o cidadão. Consequentemente, a Revolução Digital dentro da Gestão Pública veio para melhorar a gestão interna, com o intuito de fornecer um melhor serviço, facilitar o acesso à informação, garantir a transparência dentro do governo, aumentar a confiança do público e fortalecer a participação da sociedade.